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Enoturismo (PE)

Vale do São Francisco

Enoturismo Vale do São Francisco

O Vale do São Francisco oferece aos viajantes que não abrem mão de sol e água durante as férias, uma ótima viagem para desfrutar o enoturismo brasileiro. O Vale do Rio São Francisco está situado entre os estados da Bahia e Pernambuco. Os vôos levam o viajante até a cidade de Petrolina, onde é possível alugar um carro (também existem excursões) para conhecer algumas das mais de 10 vinícolas da região (em um raio de até 70 km de Petrolina). Bons exemplos são a Miolo, com sua Fazenda Ouro Verde – no lado baiano -, e a Vinibrasil (do grupo português Dão Sul) à beira do São Francisco – no lado pernambucano.

 

O calor nessa região é intenso (predominantemente seco), mas as paisagens são encantadoras e inesperadas. A hospedagem nas cidades de Petrolina e Juazeiro não é excelente, mas também está longe de ser ruim. Possuem razoável infraestrutura para os turistas, além do atrativo maior que é o impressionante rio São Francisco (em que é possível fazer passeios de barco), a barragem de Sobradinho e, é claro, os vinhos.

 

Vale a pena provar os sushis preparados com peixes de rio, acompanhados dos espumantes de lá e também a carne de bode (apresentada em uma inacreditável miríade de pratos no famoso Bodódromo) acompanhada de um vinho rosé fresco. Na volta de Petrolina, para atenuar o calor, faça uma parada na cidade do Recife e aproveite as praias, fechando o passeio com chave de ouro!

 

Para quem quer aproveitar bastante o sol, a região do Vale do São Francisco é uma boa opção. Além do visual deslumbrante do “Velho Chico”, novos projetos vitivinícolas são grandes atrativos.

 

Revista Adega. Disponível em:<http://revistaadega.uol.com.br/artigo/vinho-verao-viagem_1250.html>. Acesso em 20 de julho 2016.

Região e Clima

Viticultura Tropical

 

A viticultura tropical, apesar de relativamente recente, alcançou significativa evolução tecnológica no Brasil. Da produção inicial baseada na cultivar “Itália”, praticamente única alternativa até a década de 1990, a viticultura tropical brasileira ingressou no século XXI com tecnologias que viabilizaram a produção de cultivares americanas e híbridas para mesa (“Niágara Rosada”) e elaboração de suco (Isabel), antes restrita ao sul do país e cultivares de uvas finas (Vitis vinifera) para a elaboração de vinhos de alta qualidade.

 

Vale do Sub-médio São Francisco

Está situado no trópico semi-árido brasileiro, em latitude 9ºS, longitude 40ºW e altitude ao redor de 350 m. Apresenta indicadores climáticos médios de 500 mm de precipitação, concentrada entre dezembro e março, temperatura de 26ºC e 50% de umidade relativa do ar. É a principal região vitivinícola tropical brasileira, com cerca de 10.500 hectares de vinhedos, distribuídos nos Estados de Pernambuco e Bahia. A estrutura produtiva da região compõe-se de pequenos produtores, vinculados aos projetos de colonização e associados em cooperativas, e de médios e grandes produtores que atuam em escala empresarial. Cerca de 95% da área plantada com vinhedos é para a produção de uvas de mesa objetivando, principalmente, a exportação. A uva “Itália”, embora ainda cultivada em grande escala, principalmente pelos pequenos produtores, vem cedendo espaço para as uvas sem sementes, mais valorizadas no mercado internacional. Entre as uvas sem sementes destacam-se pela área de cultivo as cultivares Festival (Sugraone ou Superior), Thompson Seedless e Crimson Seedless, todas de plantio recente, e responsáveis pelo aumento das exportações brasileiras nos últimos anos. A viticultura voltada à produção de vinhos concentra-se no cultivo de castas de vitis vinifera, com destaque para as cultivares Syrah, Cabernet Sauvignon e Ruby Cabernet, entre as tintas, e Moscato Canelli e Chenin Blanc, entre as brancas. Atualmente estima-se a existência de uma área de 500 ha de parreirais com estas cultivares que dão origem a aproximadamente, 7 milhões de litros de vinho/ano, sendo 80% vinho tinto e 20% branco. Estudos avançados voltados ao zoneamento vitivinícola da região indicam o potencial de outras cultivares, adaptadas às condições locais e aptas a contribuir para a tipicidade dos produtos vitivinícolas regional.

 

Regiões Tropicais Emergentes

Existem iniciativas vitícolas em várias regiões do Brasil tropical, com destaque para as regiões Nordeste, nos Estados de Pernambuco, Bahia, Ceará, Maranhão e Piauí, Centro-Oeste, nos Estados do Mato Grosso e Goiás e Sudeste, nos Estados de Minas Gerais e Espírito Santo. Em sua maioria são ainda empreendimentos de pequeno porte, voltados principalmente à produção de uvas de mesa. No universo dos pólos tropicais emergentes destacam-se um no município de Nova Mutum no estado do Mato Grosso, que possui sua estrutura produtiva baseada numa área de 30 hectares de videiras voltados a produção de suco de uva e outro no município de Santa Helena no estado de Goiás com uma estrutura produtiva de cerca de 50 hectares de videiras voltados a produção de vinho de mesa.

Mundus Vinus Blogspot. Disponível em:<http://mundusvinus.blogspot.com.br/2010/11/polos-emergentes-brasileiros.html>. Acesso em 20 de julho de 2016.

Pontos mapeados

Petrolina

Juazeiro

Sobradinho

Lagoa Grande

Santa Maria da Boa Vista

Orocó

Curaçá

Casa Nova

Aeroporto de Petrolina Senador Nilo Coelho

Aeródromo de Sobradinho

Porto de Juazeiro

Eclusa Chesf Sobradinho

Agencias de turismo e hospedagem

Vitivinícola Santa Maria – Vinibrasil

Grand Valle Agrícola Ltda

Vinícola Ouro Verde – Miolo

Vinícola Garziera – Fazenda Garibaldina

Ibacem Agrícola Comércio e Exportação

Vinícola Botticelli – Fazenda Milano

ADEGA BIANCHETTI TEDESCO

Sommelier do Vale

Hidrelétrica de Sobradinho

Ilha da Fantasia

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